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    <title>daruiche</title>
    <link>https://www.saudephysis.com.br</link>
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    <item>
      <title>Homeopatia: o que é e o que não é</title>
      <link>https://www.saudephysis.com.br/homeopatia-o-que-e-e-o-que-nao-e</link>
      <description>A Homeopatia é um sistema de tratamento desenvolvido pelo médico alemão Samuel Hahnemann, e  utiliza da Lei dos Semelhantes para estimular, através de medicamentos diluídos e dinamizados, a resposta positiva da Energia Vital em direção à cura. É uma medicina  natural, pois a resposta curativa do nosso organismo é da nossa natureza, e Hipócrates já a conhecia e a chamava de vis medicatrix naturae (poder curativo da natureza); mas a terapêutica não é baseada apenas nas plantas. Pode ser preventiva ou curativa, e a cura deve ser alcançada (tanto em quadros agudos quanto em crônicos) de forma rápida, segura e duradoura.</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Saiba mais sobre a história e os princípios fundamentais da Homeopatia.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/05432388/dms3rep/multi/globuli-medical-bless-you-homeopathy-163186.jpeg"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Quando pergunto às pessoas: 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           “Você sabe o que é Homeopatia, e para que serve?”
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            , em geral ouço as mesmas respostas:
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            . “É uma medicina natural”;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            . “É uma forma de tratar as doenças à base de plantas, ervas, chás ou infusões”;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           . “Se não fizer bem, mal não vai fazer”;
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            . “É medicina alternativa, não é uma forma reconhecida de tratamento”;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           . “É uma medicina espiritual”;
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            . “Precisa ter fé para que funcione”;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            . “Até funciona, mas é lenta, a longo prazo”;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            . “Só pode ser usada para doenças sem gravidade”.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Eu até já ouvi que a homeopatia só pode ser usada para doenças “engraçadas”, pois para doenças “sérias” precisa de um médico (!). Ainda hoje me pergunto o que seria uma doença “engraçada”.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A Homeopatia é uma forma de tratamento médico introduzida por Samuel Hahnemann em 1790, e utiliza como premissa a Lei dos Semelhantes: aquilo que produz determinada condição tem o poder de curá-la (Veja o texto 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.eusemfronteiras.com.br/homeopatia-a-medicina-da-nao-violencia/" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           Homeopatia, a medicina da não violência
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           ).
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Desta maneira, a homeopatia (cujo nome vem do grego Homoiopátheia, e significa “semelhante ao sofrimento”) utiliza medicamentos que agem no organismo reequilibrando a Energia Vital (a Energia Vital, ou Energia da Vida, é o que mantém nosso organismo “em admirável harmonia em todas as suas sensações e funções”, nas palavras de Hahnemann.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Afinal, somos feitos de energia. Biologicamente, somos feitos de 70% de água. Nosso sistema vivo é mantido por um tipo especial de energia que permite a agregação, o equilíbrio, a manutenção, enfim, a homeostasia, que é a maravilhosa autorregulação de todo o sistema.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Como no microcosmo onde o núcleo e os elétrons mantém-se em harmonia, ou no macrocosmo onde as estrelas e os planetas também, no organismo vivo a Energia Vital é quem mantém o sistema. Quando a pessoa morre, perde a energia da vida, e o sistema orgânico se desagrega, se decompõe).
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           A Homeopatia preocupa-se com as pessoas, e não primariamente com as doenças.
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            A preocupação é em restabelecer a saúde do indivíduo. Claro que, para isto, as doenças devem ser curadas, mas o foco não é nas doenças, o foco do tratamento homeopático está no reequilíbrio da Energia Vital das pessoas, em uma abordagem global (afinal, “indivíduo” significa “aquele que não pode ser dividido”; assim, necessariamente ver um indivíduo significa ver a pessoa em todos os seus aspectos: biológico, psicológico, emocional, ambiental, social etc).
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A Homeopatia utiliza, quando for necessário prescrever um medicamento, o medicamento que melhor cobrir todo o caso em questão. Quase sempre um medicamento único, escolhido por ser o melhor para aquela pessoa naquele momento. Os medicamentos homeopáticos são preparados segundo normas precisas, e podem ser feitos a partir de plantas, de animais (por exemplo, veneno de cobras, de abelhas) ou também de minerais (por exemplo, ferro, ouro etc.).
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           A Homeopatia não usa apenas plantas, e quando usa, não é para tratar uma doença isoladamente, mas para reequilibrar a energia vital de todo o indivíduo.
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Por exemplo, uma mulher que sofria de problemas gástricos e digestivos me perguntou se eu lhe receitaria boldo; eu lhe disse que não, isto seria fitoterapia ("cura pelas plantas"), não Homeopatia. O medicamento homeopático que ela precisava deveria ajudar ao mesmo tempo os seus problemas digestivos, a sua insônia, as cólicas menstruais, a enxaqueca e os transtornos de humor – ou seja, ela toda. Fora as recomendações de mudanças de alguns hábitos para outros mais saudáveis.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Voltando ao conceito de Energia Vital, Hahnemann, pensando em como tratar a pessoa integralmente, classificou os sofrimentos em dois tipos básicos, de acordo com seu tratamento:
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            .
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           As que precisam de medicamentos para alcançar a cura
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           através do reequilíbrio da Energia Vital - o tratamento destas depende de medicamentos homeopáticos escolhidos de forma adequada para cada pessoa, levando-se em conta a sua idade, constituição, hereditariedade, etc. - enfim, sua individualidade;
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           . 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           As que não precisam de medicamentos para alcançar a cura
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            -  o tratamento destas depende principalmente da mudança de posturas e de hábitos de vida – alimentação, higiene, exercícios físicos, boa postura mental e emocional, desligar-se de trabalhos ou relacionamentos tóxicos etc.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Na prática, durante uma consulta, o médico homeopata investiga o que há no relato dos sofrimentos da pessoa que, para ser melhorado ou curado, precise de medicação, e o que precisa de outras abordagens. E q
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           uase sempre as duas formas de sofrimento citadas acima acontecem misturadas (por exemplo, uma pessoa com tendinite crônica que fica muitas horas por dia digitando ou que se submete a esforços repetitivos; ou uma pessoa com 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           depressão
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            que mantém uma postura emocional de mágoas e de não conseguir perdoar ofensas recebidas etc.).
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Desta forma, no caminho da restauração da saúde, precisaremos de medicamentos, e também da remoção de quaisquer obstáculos que impeçam a pessoa de recuperar sua saúde. E o tipo de abordagem homeopática depende de cada caso, levando sempre em conta a totalidade.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           A Homeopatia não desvaloriza qualquer tipo de sofrimento, muito pelo contrário. Por isso as consultas homeopáticas são mais completas e demoradas.
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A Homeopatia muitas vezes é confundida com placebo – dizem que as pessoas melhoram porque sentem muita confiança no tratamento, ou porque a consulta integral forma um vínculo mais forte entre médico e paciente. Claro que a confiança é essencial – quem se consulta com alguém em quem não confia? Assim como são inegáveis as vantagens de uma medicina baseada em uma clínica ampliada, e feita de forma demorada. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Mas o resultado da homeopatia é bem maior que os 39% de sucesso do placebo.
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A Homeopatia e seus resultados têm sido cada vez mais estudados em artigos acadêmicos, e a matéria está presente nas universidades – eu mesmo desenvolvi minha tese de mestrado na UNIFESP com o tema “Homeopatia nas Epidemias” - aliás,  a homeopatia têm sido utilizada no Brasil com muito sucesso em diferentes epidemias ao longo da história (por exemplos, cito a dengue, COVID-19, etc.). E mais outras existem, e têm surgido.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Embora muitas vezes alvo de críticas e polêmicas, fato é que, desde o seu surgimento, a homeopatia tem embasamento científico, com um método próprio. E, no Brasil, a homeopatia é oficialmente reconhecida desde 1980, e tornou-se política pública de saúde desde 2006: todo brasileiro deve ter acesso gratuito ao tratamento homeopático no SUS, e a Homeopatia está presente nos postos de saúde brasileiros.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Outro ponto – “a homeopatia é lenta” – também não se verifica. A homeopatia não é lenta, e pode ser utilizada para tratamento tanto de quadros agudos como crônicos. Na verdade, espera-se uma evolução rápida com o tratamento homeopático de quadros agudos; por exemplo, tratar uma pessoa com uma infecção (amigdalite, cistite, pneumonia, etc.) em geral é sempre mais rápido com o uso da Homeopatia do que os costumeiros 7, 10 ou 14 dias de antibióticos. O mesmo vale para quaisquer outros quadros agudos – de doenças agudas comuns a queimaduras. Idem para os quadros crônicos (asma, enxaquecas, depressão, hipertensão, etc.).
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           São muitos exemplos, mas 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           é importante frisar que o objetivo da homeopatia é reequilibrar a energia vital das pessoas.
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            Cada caso, agudo ou crônico, é um caso; e a resposta de cada pessoa depende de muitos fatores. Pode ser mais demorada, ou pode não ter resposta.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Pacientes muito desvitalizados dificilmente respondem a qualquer tipo de tratamento, e quanto maior for a dificuldade de harmonizar a energia vital, pior será a resposta do paciente para se restabelecer. Mas de nada serviria a homeopatia se ela fosse insuficiente ou inútil.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Geralmente vemos as pessoas conseguindo curas de doenças agudas e crônicas, de menor ou maior gravidade, em menor tempo, e com quase nenhum efeito colateral (que por vezes podem ocorrer, embora os medicamentos homeopáticos sejam muito seguros).
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           E, se a resposta não for adequada, precisamos entender as razões disto: bloqueios que dificultam a ação dos medicamentos homeopáticos, hábitos de vida inadequados que não foram modificados, uso concomitante de antídotos dos remédios homeopáticos, ou outros obstáculos ao tratamento. E trabalhar também neste campo.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Finalizando: Em resumo, o que é homeopatia?
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Trata-se de um sistema de tratamento médico desenvolvido por Hahnemann, e que utiliza a Lei dos Semelhantes para estimular, através de medicamentos diluídos e dinamizados, a resposta positiva da Energia Vital em direção à cura.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            E sim, a Homeopatia é uma medicina natural, pois a resposta curativa do nosso organismo é da nossa natureza, e Hipócrates já a conhecia - e a chamava de
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            vis medicatrix naturae
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           (poder curativo da natureza); mas a terapêutica não é baseada apenas em plantas. Pode ser preventiva ou curativa, e a cura deve ser alcançada (tanto em quadros agudos quanto em crônicos) de forma rápida, segura e duradoura.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      
           Até a próxima!
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
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      <pubDate>Tue, 25 Feb 2025 12:14:53 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.saudephysis.com.br/homeopatia-o-que-e-e-o-que-nao-e</guid>
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    </item>
    <item>
      <title>Pandemia de COVID-19: A Homeopatia pode ajudar.</title>
      <link>https://www.saudephysis.com.br/pandemia-de-coronavirus-a-homeopatia-pode-ajudar</link>
      <description>Pandemia de COVID-19: Como a  Homeopatia pode ajudar.</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h4&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Como a Homeopatia pode ajudar na pandemia de COVID-19
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h4&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/05432388/dms3rep/multi/foto+mulher+de+mascara.webp"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            Estamos vivendo momentos difíceis no Brasil, e especialmente na cidade de São Paulo. Após um mês do primeiro caso confirmado de vítima fatal relacionada à Covid-19 (este texto foi publicado originalmente em 17/abril/2020), passamos de 2000 mortes no Brasil (no estado de São Paulo temos a maior incidência, que são 928 mortes). Segundo os especialistas, estamos ainda na curva ascendente desta epidemia. E o isolamento paulista por enquanto segue até o dia 10 de maio. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            Um fator que aumenta muito o estresse que estamos vivendo é a falta (ou o excesso) de informações. Em parte porque ninguém ainda sabe, realmente, muita coisa sobre essa doença nova. Estamos aprendendo com ela, ao longo do tempo. Temos visto a comunidade científica divergindo de opinião. Por exemplo, vimos pesquisadores renomados afirmando veementemente que o número de mortos no Brasil (por sermos um país subdesenvolvido) poderia passar de um milhão de pessoas. Esta profecia parece ser bem distante de acontecer, ao menos até agora. Também vemos a divisão sobre quais tratamentos seriam mais eficientes, quais protocolos teriam melhor efetividade nas UTIs etc.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            O que temos de concreto até o momento? 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            Em primeiro lugar, vamos ver as estatísticas. No Brasil, a mortalidade relacionada a esta doença hoje é de cerca de 6%. Ou seja, morreriam 6 em cada 100 pessoas doentes. É um número alto; 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           mas esse número não está correto
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           , pois não se sabe ao certo quantas pessoas tem a doença no Brasil. Estima-se que o número de pessoas contaminadas com Coronavirus seja muito maior (alguns pesquisadores falam em 10x mais), e não sabemos o número correto porque não são feitos testes para pessoas assintomáticas, ou com sintomas leves. Por isso, a taxa real de mortalidade deve ser bem mais baixa - talvez algo em torno entre 0,5 e 1%. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            Em segundo lugar (ainda nas estatísticas), existe um grupo de risco muito claramente definido. São as pessoas maiores de 60 anos, que apresentem doenças crônicas anteriores - especialmente cardiopatia e diabetes: 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           75% das vítimas fatais estão neste grupo
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            (ou seja, 3 em cada 4 vítimas). E os homens também estão mais vulneráveis: cerca de 60% das vítimas são homens.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            Em terceiro lugar, nosso sistema de saúde precisa melhorar bastante. Normalmente faltam recursos, faltam leitos comuns. Esta doença, como vimos, tem uma preferência marcante por pessoas idosas, mas pessoas mais jovens também ficam doentes. O agravante é que nosso sistema de saúde não está preparado para receber um número maior de pessoas ao mesmo tempo, e isto provocaria um colapso - os poucos leitos que temos são ocupados rapidamente, e podemos chegar a uma situação na qual estejamos sem estrutura para acolher as pessoas doentes. Esta é a razão do isolamento em casa: demorar mais para contaminar toda a população, e dar tempo para os leitos dos hospitais ficarem desocupados (ou não totalmente ocupados, por nem todos ficarem doentes ao mesmo tempo). Além disto, não há consenso sobre o tratamento, e o tempo de ocupação dos leitos hospitalares e de UTIs é de duas a três semanas.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            Por fim, uma comparação com a mortalidade da gripe sazonal. Estima-se que no mundo morram todo ano até 650 mil pessoas por doenças respiratórias relacionadas à gripe comum (dados da OMS -Organização Mundial da Saúde). Até o momento em que este artigo é escrito temos cerca de 150 mil mortes relacionadas ao coronavirus. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Então, o que sabemos desta doença é que:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           . A maioria das pessoas vai se contaminar em algum momento; 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           . A grande maioria das pessoas (especialmente as mais jovens) terão pouco ou nenhum sintoma - mas esta doença também afeta pessoas mais jovens; 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           . A taxa de mortalidade é muito mais alta entre as pessoas com mais de 60 anos e com doenças crônicas pré-existentes;
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           . A mortalidade é maior entre os homens;
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           . A taxa de mortalidade real desta doença parece ser relativamente baixa, provavelmente similar à da gripe sazonal e suas complicações;
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           . Por enquanto ainda não há consenso sobre o tratamento alopático. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Como a Homeopatia pode ajudar?
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            Como já dissemos em outros textos, 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           a Homeopatia pode ajudar de três formas:
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           1.
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Uma delas é tratando as pessoas doentes.
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            Sabe-se que esta doença tem três fases: 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           na primeira fase temos poucos sintomas
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            (às vezes a pessoa nem tem sintomas): garganta seca, dores pelo corpo, cansaço, falta de apetite, diarréia, e dois sintomas bem peculiares são a anosmia (ausência repentina do olfato sem nariz congestionado) e a ageusia (ausência do paladar); 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           na segunda fase
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            aparece a dificuldade para respirar, a prostração fica muito grande, a pessoa sente cansaço para os mínimos esforços. A febre é geralmente baixa, alternando com calafrios e suor. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           E a terceira fase
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            é a da insuficiência respiratória, onde os pulmões ficam muito comprometidos. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Em geral, os sintomas que temos visto nos pacientes das duas primeiras fases são:
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           . Grande fraqueza, debilidade; tontura; 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           . Boca seca; 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           . Náuseas; 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           . Diarréia; 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           . Dores de cabeça (às vezes concentrada no olho); 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           . Dores no corpo (nas costas principalmente); 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           . Dor no peito (muitas vezes em queimação); 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           . Tosse seca; 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           . Falta de ar, sensação de estar sufocando; 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           . Piora geral ao entardecer; 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           . Febre com calafrios; 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           . Transpiração profusa. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Alguns medicamentos homeopáticos tem sido valiosíssimos (como o Arsenicum album, Camphora, Bryonia alba, Phosphorus, Antimonium tartaricum, Carbo vegetabilis, entre outros), mas é preciso individualizar cada caso para escolher o melhor medicamento. Em nossa experiência, o medicamento que tem resolvido mais de 90% dos casos tem sido o 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Arsenicum album.
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            Ainda não tive a oportunidade de tratar nenhum paciente internado em UTI, mas com os medicamentos acima percebemos que os pacientes que já estavam passando da segunda para a terceira fase melhoraram com o tratamento homeopático domiciliar, e a doença regrediu. Neste momento posso contabilizar mais de 30 pacientes meus tratados em casa com homeopatia (confirmados de Covid-19 ou morando com pacientes confirmados). Tenho conversado com diversos médicos homeopatas de São Paulo e do Brasil, e a experiência tem sido bastante semelhante. Arsenicum album tem sido de enorme ajuda.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           2.
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           A segunda forma de ajuda que a Homeopatia pode oferecer é a identificação do “medicamento da epidemia”, que na Homeopatia chamamos de “Gênio Epidêmico”.
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            Já explicamos em textos anteriores, mas segue aqui um pequeno resumo: o gênio epidêmico é o medicamento que poderia tratar a maioria das pessoas doentes, incluindo os casos graves. Ele só pode ser identificado quando a epidemia chega a um determinado local, pois os sintomas em certa cidade ou país podem ser diferentes dos que observamos em outras cidades ou países. Por isso, foi preciso esperar que a epidemia chegasse até nós para verificarmos quais sintomas as pessoas que ficavam doentes apresentavam, e assim escolher a melhor medicação. Embora já tivéssemos as indicações de medicamentos homeopáticos escolhidos em outros países, só poderíamos confirmar isto analisando e comparando com os nossos casos. Na Índia, país que faz fronteira com a China, o medicamento escolhido foi o 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Arsenicum album,
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            como já dissemos em outro texto. Este medicamento foi dado à população, e a taxa de infecções e mortes na Índia tem sido surpreendentemente baixa até agora.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            Por isso, até este momento, ainda penso que o 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Arsenicum album é um forte candidato a ser o “Gênio Epidêmico”
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           , o medicamento da epidemia. Na minha experiência ele tem se mostrado muito eficiente no tratamento dos quadros agudos na maioria das pessoas, e os sintomas da fase mais grave estão cobertos por ele. A única ressalva que ainda tenho, como já disse, é o tratamento de pacientes graves em UTIs. Seria ponto sem questionamento se pudéssemos observar esta melhora também nestes pacientes, mas até este momento não tenho este dado clínico. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           3.
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           E
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           a forma que mais pode ajudar quem já se trata com Homeopatia:
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           é preciso que todas as pessoas continuem seus tratamentos homeopáticos.
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            Quando temos uma doença como esta, na qual as pessoas ainda não desenvolveram imunidade, 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           é de fundamental importância que a imunidade inespecífica (a nossa resistência geral) esteja bastante eficiente, e conseguimos isto ao tratar homeopaticamente as doenças crônicas das pessoas
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
             (pacientes mais antigos de homeopatia entendem isto como o “remédio de fundo”). Com a manutenção do tratamento, a imunidade melhora, e a pessoa fica mais resistente às doenças em geral - além de melhorias em todos os órgãos e sistemas corporais, como o respiratório, digestivo, cardiovascular, endócrino e nervoso/psíquico. Com tudo em equilíbrio, nossa energia vital aumenta, e ficamos mais fortalecidos. 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Então vamos resumir as recomendações:
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           1. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Fique em casa se for possível
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           . Caso precise sair, 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           use máscaras
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            e tenha em mente um 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           distanciamento
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            das outras pessoas.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           2. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Lave as mãos
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           . E o hábito de deixar os sapatos fora de casa deveria ser mantido sempre.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           3. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Converse com seu médico
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            para saber quem poderia utilizar o 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Arsenicum album
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            nesta epidemia, e de que forma.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           4. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Em casos agudos, ao menor sintoma, entre em contato o quanto antes
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           . Evite tomar medicamentos que diminuam sua imunidade, e siga as recomendações médicas.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           5. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Não deixe de dar continuidade ao seu tratamento médico, ou à terapia.
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            As consultas online neste momento estão ajudando muito. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           6. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Mantenha hábitos saudáveis
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            , mesmo ficando em casa. Procure respeitar os ritmos de sono, os horários das refeições, evite excessos de comida ou bebida, tome sol, pratique exercícios. 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            Finalmente, caso precise de ajuda para qualquer assunto relacionado à sua saúde, sejam questões físicas ou emocionais, 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           entre em contato
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           . 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           A Homeopatia pode ajudar.
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            Estamos vivendo momentos difíceis no Brasil, e especialmente na cidade de São Paulo. Após um mês do primeiro caso confirmado de vítima fatal relacionada à Covid-19 (este texto foi revisado em 17/abril/2020), passamos de 2000 mortes no Brasil (no estado de São Paulo temos a maior incidência, que são 928 mortes). Segundo os especialistas, estamos ainda na curva ascendente desta epidemia. E o isolamento paulista por enquanto segue até o dia 10 de maio. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            Um fator que aumenta muito o estresse que estamos vivendo é a falta (ou o excesso) de informações. Em parte porque ninguém ainda sabe, realmente, muita coisa sobre essa doença nova. Estamos aprendendo com ela, ao longo do tempo. Temos visto a comunidade científica divergindo de opinião. Por exemplo, vimos pesquisadores renomados afirmando veementemente que o número de mortos no Brasil (por sermos um país subdesenvolvido) poderia passar de um milhão de pessoas. Esta profecia parece ser bem distante de acontecer, ao menos até agora. Também vemos a divisão sobre quais tratamentos seriam mais eficientes, quais protocolos teriam melhor efetividade nas UTIs etc.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            O que temos de concreto até o momento? 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            Em primeiro lugar, vamos ver as estatísticas. No Brasil, a mortalidade relacionada a esta doença hoje é de cerca de 6%. Ou seja, morreriam 6 em cada 100 pessoas doentes. É um número alto; 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           mas esse número não está correto
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           , pois não se sabe ao certo quantas pessoas tem a doença no Brasil. Estima-se que o número de pessoas contaminadas com Coronavirus seja muito maior (alguns pesquisadores falam em 10x mais), e não sabemos o número correto porque não são feitos testes para pessoas assintomáticas, ou com sintomas leves. Por isso, a taxa real de mortalidade deve ser bem mais baixa - talvez algo em torno entre 0,5 e 1%. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            Em segundo lugar (ainda nas estatísticas), existe um grupo de risco muito claramente definido. São as pessoas maiores de 60 anos, que apresentem doenças crônicas anteriores - especialmente cardiopatia e diabetes: 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           75% das vítimas fatais estão neste grupo
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            (ou seja, 3 em cada 4 vítimas). E os homens também estão mais vulneráveis: cerca de 60% das vítimas são homens.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            Em terceiro lugar, nosso sistema de saúde precisa melhorar bastante. Normalmente faltam recursos, faltam leitos comuns. Esta doença, como vimos, tem uma preferência marcante por pessoas idosas, mas pessoas mais jovens também ficam doentes. O agravante é que nosso sistema de saúde não está preparado para receber um número maior de pessoas ao mesmo tempo, e isto provocaria um colapso - os poucos leitos que temos são ocupados rapidamente, e podemos chegar a uma situação na qual estejamos sem estrutura para acolher as pessoas doentes. Esta é a razão do isolamento em casa: demorar mais para contaminar toda a população, e dar tempo para os leitos dos hospitais ficarem desocupados (ou não totalmente ocupados, por nem todos ficarem doentes ao mesmo tempo). Além disto, não há consenso sobre o tratamento, e o tempo de ocupação dos leitos hospitalares e de UTIs é de duas a três semanas.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            Por fim, uma comparação com a mortalidade da gripe sazonal. Estima-se que no mundo morram todo ano até 650 mil pessoas por doenças respiratórias relacionadas à gripe comum (dados da OMS -Organização Mundial da Saúde). Até o momento em que este artigo é escrito temos cerca de 150 mil mortes relacionadas ao coronavirus. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Então, o que sabemos desta doença é que:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           . A maioria das pessoas vai se contaminar em algum momento; 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           . A grande maioria das pessoas (especialmente as mais jovens) terão pouco ou nenhum sintoma - mas esta doença também afeta pessoas mais jovens; 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           . A taxa de mortalidade é muito mais alta entre as pessoas com mais de 60 anos e com doenças crônicas pré-existentes;
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           . A mortalidade é maior entre os homens;
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           . A taxa de mortalidade real desta doença parece ser relativamente baixa, provavelmente similar à da gripe sazonal e suas complicações;
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           . Por enquanto ainda não há consenso sobre o tratamento alopático. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Como a Homeopatia pode ajudar?
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            Como já dissemos em outros textos, 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           a Homeopatia pode ajudar de três formas:
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           1.
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Uma delas é tratando as pessoas doentes.
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            Sabe-se que esta doença tem três fases: 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           na primeira fase temos poucos sintomas
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            (às vezes a pessoa nem tem sintomas): garganta seca, dores pelo corpo, cansaço, falta de apetite, diarréia, e dois sintomas bem peculiares são a anosmia (ausência repentina do olfato sem nariz congestionado) e a ageusia (ausência do paladar); 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           na segunda fase
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            aparece a dificuldade para respirar, a prostração fica muito grande, a pessoa sente cansaço para os mínimos esforços. A febre é geralmente baixa, alternando com calafrios e suor. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           E a terceira fase
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            é a da insuficiência respiratória, onde os pulmões ficam muito comprometidos. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Em geral, os sintomas que temos visto nos pacientes das duas primeiras fases são:
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           . Grande fraqueza, debilidade; tontura; 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           . Boca seca; 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           . Náuseas; 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           . Diarréia; 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           . Dores de cabeça (às vezes concentrada no olho); 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           . Dores no corpo (nas costas principalmente); 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           . Dor no peito (muitas vezes em queimação); 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           . Tosse seca; 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           . Falta de ar, sensação de estar sufocando; 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           . Piora geral ao entardecer; 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           . Febre com calafrios; 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           . Transpiração profusa. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Alguns medicamentos homeopáticos tem sido valiosíssimos (como o Arsenicum album, Camphora, Bryonia alba, Phosphorus, Antimonium tartaricum, Carbo vegetabilis, entre outros), mas é preciso individualizar cada caso para escolher o melhor medicamento. Em nossa experiência, o medicamento que tem resolvido mais de 90% dos casos tem sido o 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Arsenicum album.
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            Ainda não tive a oportunidade de tratar nenhum paciente internado em UTI, mas com os medicamentos acima percebemos que os pacientes que já estavam passando da segunda para a terceira fase melhoraram com o tratamento homeopático domiciliar, e a doença regrediu. Neste momento posso contabilizar mais de 30 pacientes meus tratados em casa com homeopatia (confirmados de Covid-19 ou morando com pacientes confirmados). Tenho conversado com diversos médicos homeopatas de São Paulo e do Brasil, e a experiência tem sido bastante semelhante. Arsenicum album tem sido de enorme ajuda.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           2.
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           A segunda forma de ajuda que a Homeopatia pode oferecer é a identificação do “medicamento da epidemia”, que na Homeopatia chamamos de “Gênio Epidêmico”.
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            Já explicamos em textos anteriores, mas segue aqui um pequeno resumo: o gênio epidêmico é o medicamento que poderia tratar a maioria das pessoas doentes, incluindo os casos graves. Ele só pode ser identificado quando a epidemia chega a um determinado local, pois os sintomas em certa cidade ou país podem ser diferentes dos que observamos em outras cidades ou países. Por isso, foi preciso esperar que a epidemia chegasse até nós para verificarmos quais sintomas as pessoas que ficavam doentes apresentavam, e assim escolher a melhor medicação. Embora já tivéssemos as indicações de medicamentos homeopáticos escolhidos em outros países, só poderíamos confirmar isto analisando e comparando com os nossos casos. Na Índia, país que faz fronteira com a China, o medicamento escolhido foi o 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Arsenicum album,
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            como já dissemos em outro texto. Este medicamento foi dado à população, e a taxa de infecções e mortes na Índia tem sido surpreendentemente baixa até agora.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            Por isso, até este momento, ainda penso que o 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Arsenicum album é um forte candidato a ser o “Gênio Epidêmico”
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           , o medicamento da epidemia. Na minha experiência ele tem se mostrado muito eficiente no tratamento dos quadros agudos na maioria das pessoas, e os sintomas da fase mais grave estão cobertos por ele. A única ressalva que ainda tenho, como já disse, é o tratamento de pacientes graves em UTIs. Seria ponto sem questionamento se pudéssemos observar esta melhora também nestes pacientes, mas até este momento não tenho este dado clínico. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           3.
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           E
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           a forma que mais pode ajudar quem já se trata com Homeopatia:
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           é preciso que todas as pessoas continuem seus tratamentos homeopáticos.
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            Quando temos uma doença como esta, na qual as pessoas ainda não desenvolveram imunidade, 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           é de fundamental importância que a imunidade inespecífica (a nossa resistência geral) esteja bastante eficiente, e conseguimos isto ao tratar homeopaticamente as doenças crônicas das pessoas
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
             (pacientes mais antigos de homeopatia entendem isto como o “remédio de fundo”). Com a manutenção do tratamento, a imunidade melhora, e a pessoa fica mais resistente às doenças em geral - além de melhorias em todos os órgãos e sistemas corporais, como o respiratório, digestivo, cardiovascular, endócrino e nervoso/psíquico. Com tudo em equilíbrio, nossa energia vital aumenta, e ficamos mais fortalecidos. 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Então vamos resumir as recomendações:
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           1. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Fique em casa se for possível
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           . Caso precise sair, 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           use máscaras
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            e tenha em mente um 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           distanciamento
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            das outras pessoas.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           2. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Lave as mãos
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           . E o hábito de deixar os sapatos fora de casa deveria ser mantido sempre.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           3. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Converse com seu médico
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            para saber quem poderia utilizar o 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Arsenicum album
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            nesta epidemia, e de que forma.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           4. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Em casos agudos, ao menor sintoma, entre em contato o quanto antes
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           . Evite tomar medicamentos que diminuam sua imunidade, e siga as recomendações médicas.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           5. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Não deixe de dar continuidade ao seu tratamento médico, ou à terapia.
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            As consultas online neste momento estão ajudando muito. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           6. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Mantenha hábitos saudáveis
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            , mesmo ficando em casa. Procure respeitar os ritmos de sono, os horários das refeições, evite excessos de comida ou bebida, tome sol, pratique exercícios. 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            Finalmente, caso precise de ajuda para qualquer assunto relacionado à sua saúde, sejam questões físicas ou emocionais, 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           entre em contato
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           . 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           A Homeopatia pode ajudar.
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
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      <pubDate>Wed, 22 Apr 2020 19:04:58 GMT</pubDate>
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    </item>
    <item>
      <title>Meu filho está com febre. E agora?</title>
      <link>https://www.saudephysis.com.br/meu-filho-esta-com-febre-e-agora</link>
      <description>A febre é um mecanismo de defesa, e não uma doença a ser combatida. A pessoa com um quadro agudo febril deve ser investigada na sua totalidade.</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Entendendo e desmistificando a febre
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/05432388/dms3rep/multi/foto+CRIANC-A+FEBRIL.webp"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Nada preocupa mais os pais do que ver os filhos doentes. E a febre é uma situação muito comum na infância. Mas por que ela ocorre? A febre é uma doença?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Bem, nós somos mamíferos – por isso, nosso corpo mantém uma temperatura mais ou menos constante. Nosso organismo se autorregula em muitos aspectos, num processo chamado de 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           homeostasia
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            . Esta autorregulação faz com que, em dias muito quentes, o suor de nossa transpiração reduza a temperatura do nosso corpo (que o calor externo fez subir). O contrário ocorre nos dias frios – os arrepios e o eriçamento dos pelos retém calor. Assim, a temperatura do nosso corpo fica equilibrada.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Febre é o nome que damos quando a temperatura externa do nosso corpo sobe acima de 38°C, e a causa mais freqüente para que isso ocorra nas crianças é uma infecção. Mas, ao contrário do que se pensa, a febre não é doença, mas sim um mecanismo de defesa.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Numa infecção, a febre é uma reação do nosso corpo contra as bactérias. A febre estimula a ação dos glóbulos brancos e dos anticorpos, que por sua vez entram em ação para eliminar os microorganismos estranhos ao nosso corpo. Sem febre não haveria essa resposta saudável da nossa imunidade nos protegendo, o que podemos ver em casos graves de infecção que não tem febre – são quase sempre fatais.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Além disso, estudos mostram que nos quadros agudos infecciosos febris, abaixar a febre com antitérmicos nem sempre reduz o tempo de duração da doença. Às vezes até aumenta.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Então, o que fazer? Precisamos ver a causa do problema. Se o quadro febril está ocorrendo por causa de uma infecção, precisamos cuidar desta infecção. Na 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://saudephysis.com.br/homeopatia-o-que-%C3%A9-parte-1" target="_blank"&gt;&#xD;
      &lt;strong&gt;&#xD;
        
            Homeopatia
           &#xD;
      &lt;/strong&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           , usa-se todos os sintomas alterados da criança para escolher um medicamento que remova a doença da forma mais rápida possível. O primeiro caso de infecção que vi ser tratado com homeopatia, enquanto ainda era estudante, foi uma criança com febre por conta de uma infecção de ouvido. Chorava de dor no colo da mãe quando ela entrou para a sala de consulta.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           E, enquanto ouvia o relato da mãe, o professor que a atendia pegou um medicamento homeopático que tinha na sua sala de atendimento, pôs 2 glóbulos na boca da criança – e ela parou de chorar imediatamente(!), e adormeceu. Sua evolução foi muito rápida, não teve mais dores e a febre se manteve baixa naquela noite, e na manhã seguinte estava curada. Depois deste caso, entendi a dinâmica do organismo em reestruturar sua energia vital em direção à cura – e que a doença é uma forma imperfeita do organismo tentar se curar. O medicamento homeopático, ao ser receitado para a criança a partir dos sintomas da sua doença – e não para a febre apenas – ajudou a impulsionar a cura com muita rapidez.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           E cabe lembrar que nem toda febre é devida a uma infecção. Quem já viu dentinhos nascerem nos bebês sabe bem que, às vezes, os sintomas são muito variados. Não é raro a criança ter irritabilidade e febre, que cessam tão logo quando os dentes despontam. Neste caso o medicamento homeopático deve ajudar no processo, favorecendo que ocorra de forma mais suave. Para não dizer das febres que ocorrem quando a criança tem vontades frustradas, ou nas meninas adolescentes antes de vir a menstruação, etc…
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Portanto, febre não é doença.
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           É um sinal que o corpo está reagindo a alguma outra coisa, que (essa sim) merece nossa atenção. Desfazendo mitos poderemos encontrar formas mais saudáveis de cuidar da saúde dos nossos filhos (e da nossa também), sem medos e com mais segurança.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/05432388/dms3rep/multi/foto+CRIANC-A+FEBRIL.webp" length="20656" type="image/webp" />
      <pubDate>Sun, 14 Apr 2019 19:04:55 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.saudephysis.com.br/meu-filho-esta-com-febre-e-agora</guid>
      <g-custom:tags type="string">Homeopatia,Medicina Integrativa,doenças agudas,febre</g-custom:tags>
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      </media:content>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Por que ficamos gripados? Como nos proteger das gripes e outras doenças no outono e inverno</title>
      <link>https://www.saudephysis.com.br/por-que-ficamos-gripados-como-nos-proteger-das-gripes-e-outras-doencas-no-outono-e-inverno</link>
      <description>Gripes e outras doenças de inverno são resultado de desequilíbrio dos nossos mecanismos de defesa. Hábitos de vida saudável ajudam a fortalecer nosso corpo.</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Aprendendo a cuidar da saúde nos meses frios
           &#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/05432388/dms3rep/multi/mulher+gripada.webp"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Estamos no outono, e nesta época do ano começam a surgir as doenças típicas destes meses. Em nosso meio, a atenção se volta para as doenças respiratórias infecciosas, de modo geral. A gripe é uma manifestação comum do outono e do inverno, e geralmente é uma doença epidêmica de curso benigno.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Para uma pessoa ficar doente, são necessárias algumas condições. Em primeiro lugar, é necessário que a pessoa “possa” ficar doente. Isto ocorre devido à formação embriológica do nosso corpo; não há ninguém que tenha todos os órgãos e sistemas completamente bem formados. Sempre há algum grau de imperfeição na formação dos nossos órgãos; no entanto, pequenas imperfeições não impedem o funcionamento adequado do nosso organismo. Quando a imperfeição é grande, chamamos de má-formação.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           E quando a imperfeição não é tão grande para ser classificada de má-formação, mas também não é tão pequena, temos os “órgãos de choque”, que são geneticamente predispostos a funcionar um pouco pior. Assim, só tem dor de cabeça quem pode; só tem dor de estômago quem pode; só fica com gripe quem pode. E é por isso que cada pessoa com gripe vai ter alguns sintomas comuns ao estado gripal, e outros sintomas peculiares a esta pessoa, de acordo com seus órgãos de choque fragilizados.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Em segundo lugar, temos a alteração do nosso 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           estado de saúde
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            . Sabemos que nosso organismo tem imperfeições; para que funcione da melhor forma possível, é necessário que a Energia Vital esteja em equilíbrio e harmonia. Quando ficamos doentes (por exemplo, gripados), a primeira alteração que ocorre é um desequilíbrio da Energia Vital. Ela não consegue mais manter o organismo em harmonia, e os órgãos e sistemas começam a falhar – como, por exemplo, o sistema imunológico.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Depois que o sistema de defesa falha, abrem-se as defesas do corpo, e só assim os vírus conseguem se multiplicar. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Os vírus e bactérias tornam-se nossos “hóspedes”.
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            Eles não são responsáveis pela doença. Eles são participantes, mas se nossas defesas estivessem boas, eles não conseguiriam entrar e se multiplicar.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Em terceiro lugar, temos as condições externas que interferem em nosso organismo. Má alimentação, excesso de afazeres, privação de sono, trabalho exaustivo, alterações crônicas do nosso estado mental, mágoas, pesares e ressentimentos continuados, exposição ou ingestão de substâncias químicas que interfiram negativamente em nosso organismo (poluentes ambientais, agrotóxicos, drogas químicas e até medicamentos), etc.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Nessa época do ano, as alterações climáticas (em nosso meio, frio/seco) são mais propícias para as doenças respiratórias, da mesma forma que no verão (calor/úmido) as diarreias são mais comuns.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Quando todas as condições se tornam propícias, a pessoa adoece. E o trabalho do organismo não é o de combater a doença, é, na verdade, o de restabelecer a saúde. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Veja bem: saúde não é o contrário de doença.
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            Uma pessoa com saúde pode até ficar gripada, mas consegue se reequilibrar e sair deste estado com maior rapidez.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Então, para evitar ficar doente (em especial a gripe, tema destes dias), precisamos levar em conta uma mudança de nossa postura frente à vida. Melhorar nossos hábitos alimentares, por exemplo, comendo mais frutas, verduras e legumes (de preferência orgânicos, sem agrotóxicos). Não adianta comprar vitamina C na drogaria, a gente compra vitamina na feira. E a vitamina C nos ajuda realmente, mas precisa de tempo para ser assimilada e metabolizada pelo nosso organismo; é algo que devemos fazer no dia a dia.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Cuidar de nossa higiene, da limpeza do nosso corpo, das roupas, das mãos. 
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Não adianta passar álcool gel em mãos sujas! Água e sabão é bem mais eficiente do que álcool gel, faz parte da higiene básica.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Finalmente, outras mudanças: praticar exercícios físicos com moderação (para aumentar o vigor do nosso corpo, evitando o sedentarismo), dormir bem, não trabalhar até a exaustão, não passar horas da noite em frente ao computador (que, além da privação do sono, interfere de forma negativa, desequilibrando nossa Energia Vital, por causa da radiação), e encontrar felicidade na vida.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           E se, mesmo assim, ficarmos gripados, as orientações gerais são: repouso, alimentação leve, beber líquidos, e (se necessário) usar um medicamento homeopático indicado por seu médico.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            A melhora na saúde é muito nítida. No curso do tratamento homeopático, a imunidade das pessoas é fortalecida, tanto pelos medicamentos homeopáticos que estimulam positivamente a restauração do equilíbrio da Energia Vital, como pela mudança de hábitos e condições de vida que possam ser um obstáculo à cura.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           E, como temos dito aqui, a homeopatia é uma excelente maneira para combater tanto a doença aguda já instalada, de modo rápido, seguro e eficiente, quanto combater epidemias 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           (já falamos aqui no blog sobre a homeopatia no combate às epidemias).
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Espero que este texto possa lhe ajudar a modificar seus hábitos em direção à saúde. Procure conhecer melhor a si mesmo, e encontrar possibilidades de tornar sua vida melhor.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/05432388/dms3rep/multi/mulher+gripada.webp" length="131588" type="image/webp" />
      <pubDate>Sun, 14 Apr 2019 19:04:00 GMT</pubDate>
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      </media:content>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Criança dá trabalho? A retirada da fralda e o começo da birra</title>
      <link>https://www.saudephysis.com.br/crianca-da-trabalho-a-retirada-da-fralda-e-o-comeco-da-birra</link>
      <description>Compreendendo as fases do desenvolvimento psicológico do ser humano conseguimos educar as crianças com mais amor.</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Compreendendo a necessidade de dar limites com amor
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/05432388/dms3rep/multi/crian%C3%A7a+chorando.webp"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Vamos continuar nossa reflexão sobre a criança até 3 anos (veja o artigo " 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://saudephysis.com.br/crianca-da-trabalho-como-lidar-com-criancas-pequenas" target="_blank"&gt;&#xD;
      &lt;strong&gt;&#xD;
        
            Criança dá trabalho? Como lidar com crianças pequenas?
           &#xD;
      &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            "). Por volta dos 2 anos, há outro ponto importante que merece nossa atenção: o período da retirada das fraldas, que ocorre quando a criança começa a ter o controle orgânico da vontade de urinar e evacuar.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Segundo Freud, neste período ocorre a segunda fase da evolução da libido, chamada de fase anal (2-4 anos). Nesta fase a criança passa a centralizar sua atenção para a região anal, e vive prazerosamente o processo de eliminação e retenção das fezes. Ela percebe-se separada da mãe (lembram-se do que falamos sobre a fusão da mãe e da criança? Veja o artigo “ 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://saudephysis.com.br/crian%C3%A7as-que-dormem-com-os-pais" target="_blank"&gt;&#xD;
      &lt;strong&gt;&#xD;
        
            Crianças que dormem com os pais: a quentinha e perigosa cama da mamãe
           &#xD;
      &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://saudephysis.com.br/crian%C3%A7as-que-dormem-com-os-pais" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           "
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            ). A vivência de prazer muda de foco: da boca passa para a região anal.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Agora a criança passa a ter mais contato com as fezes. Ela é solicitada a perceber a hora que lhe dá vontade de evacuar, às vezes a segurar um pouco. A criança, que antes não visualizava o cocô, agora o vê, entende as fezes como um pedaço dela que se separa, algo que ela fez, e vê seu produto ir embora.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Caso neste processo a criança sinta-se estimulada de forma carinhosa a que faça o cocô em um lugar diferente, e quando acontece isso a mãe se felicita, ela entende que seu produto (sua obra), quando depositado no local certo, é um presente para a mamãe! Mas caso se sinta ameaçada ela pode negar dar este presente para a mamãe, pois pode entender esta separação como perda: perdeu um objeto que veio dela, assim como está “perdendo” a mãe.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           A criança que vive a angústia em ver o cocô ir embora pode não estar vivendo bem a separação dela com a mãe.
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Há ainda algumas crianças que resolvem brincar com sua obra, ou seja, manipulam as fezes. Como fazer em um caso destes, onde a atitude de repugnância dos pais surge quase espontaneamente?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           A criança viu seus pais manipularem seu cocô o tempo todo, e muitas vezes este momento foi muito agradável. A atitude de repugnância dos pais diante da criança que manipula as próprias fezes pode atormentar a criança. Ela não entende porque seus pais ora valorizam sua produção e ora fazem cara de nojo!
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Então, como os pais podem ajudar a criança a viver tranquilamente o processo da retirada das fraldas?
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Vou direto para o caminho do meio: é importante contribuir para que a criança viva este processo sem medo, sem ameaças e sem gritos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Cada criança tem o seu tempo de aprender a controlar a vontade. E que ela possa limpar-se sozinha o mais cedo possível, que ela possa viver este processo com prazer (está valendo o famoso “tchau para o cocô”). Ajudá-la a compreender que há, sim, um local mais adequado para defecarmos; mas se “escapar”, e acontecer no meio da sala, que ela saiba que ninguém vai rir, nem achar uma gracinha, nem agredi-la, e nem achar nojento o que ela fez. A criança tem inúmeras fantasias a respeito desta mágica de controle, entre o poder reter e expelir, e muitas reações exageradas dos adultos podem confirmar estas fantasias. Atitudes mais ponderadas permitem que a criança confronte a realidade e a fantasia. A retirada das fraldas não é um processo difícil; nós é que o tornamos assim.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Finalizando, interessante apresentar que Freud relaciona esta fase à formação da ordem, parcimônia e teimosia. A criança passa a viver a experiência da destruição (eliminação das fezes) e do controle possessivo (retenção das fezes). E é justamente neste período que podemos ver o surgimento de grandes momentos de teimosias – as birras. Geralmente, quanto mais severa for a atitude dos pais na retirada das fraldas, mais teimosa esta criança poderá se tornar, pois ela precisa provar seu poder de dar e retirar.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Neste período, a criança apresenta uma força incrível para que suas vontades sejam satisfeitas. Ela procura largar a mão ao atravessar a rua, ou se joga no chão quando não tem o que deseja. O que fazer?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Além do diálogo, a criança precisa ser contida e vivenciar que não pode ter tudo o que quer. Vejo muitos pais com medo de “traumatizar” os filhos com esta atitude, mas conter, segurar, não precisa ser feito com raiva ou violência; basta limitar os movimentos para que ela não se machuque e pare de se contorcer. Dependendo do local vale também não dar valor ao fato (ou seja, ignorar), pois o que ela quer é justamente chamar atenção. E observe: quanto menos ela viveu o limite (dado de maneira amorosa), maior vai ser a birra. Mas também vale salientar que crianças boazinhas demais, que nunca fizeram birra, podem estar reprimidas por excesso de limites.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           O essencial é não ter medo de dar limites nem afeto, e manter-se no caminho do meio, o caminho da sabedoria. Paz e bem.
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/05432388/dms3rep/multi/crian%C3%A7a+chorando.webp" length="161098" type="image/webp" />
      <pubDate>Sun, 15 Jul 2018 19:34:02 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.saudephysis.com.br/crianca-da-trabalho-a-retirada-da-fralda-e-o-comeco-da-birra</guid>
      <g-custom:tags type="string">desenvolvimento humano,terapia,psicologia,emoções,psicanálise</g-custom:tags>
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        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Criança dá trabalho? Como lidar com crianças pequenas</title>
      <link>https://www.saudephysis.com.br/crianca-da-trabalho-como-lidar-com-criancas-pequenas</link>
      <description>Entendendo aspectos do desenvolvimento psicológico do ser humano conseguimos lidar melhor e compreender o que ocorre em todas as fases da vida.</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Entendendo aspectos do desenvolvimento psicológico infantil
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/05432388/dms3rep/multi/bebe+chorando.webp"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Quem não tem dúvidas sobre como cuidar de filhos pequenos? É um trabalho delicioso, mas grande e desafiador. Vamos começar falando de crianças bem pequenas e, como o assunto é longo, por enquanto vamos ficar no desenvolvimento emocional das crianças menores que 3 anos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A criança ao nascer não tem noção do 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           “Eu”
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            (veja o artigo “ 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://saudephysis.com.br/crian%C3%A7as-que-dormem-com-os-pais" target="_blank"&gt;&#xD;
      &lt;strong&gt;&#xD;
        
            Crianças que dormem com os pais: a quentinha e perigosa cama da mamãe"
           &#xD;
      &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            ). Ela não compreende o mundo da mesma forma que os adultos ou as crianças maiores; não entende a diferença entre humanos e objetos. É pelo contato afetuoso com o outro, geralmente com a mãe, que o bebê começa a conhecer o mundo, as pessoas, e perceber que ele e a mãe não são uma coisa só. Assim que nasce o bebê já começa a desenvolver a sua linguagem – pois é, mesmo bebês tão pequenos já tem linguagem!
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Quem nunca viu mãe trocando as fraldas de seu bebê? Ela fala com ele o tempo todo. E não é só isso, ela dá sentido para qualquer movimento que ele faça, imita sua expressão, fala mais lento e agudo, como se quisesse facilitar a sua fala para aquele pequenino ser
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            .
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Há quem diga que isso é ridículo, mas não é. Isso é fundamental, pois nesse jogo um imita o outro e a linguagem passa a ser construída. Lembro-me de uma vez quando entrevistava a mãe de uma criança com atraso de linguagem, e ela disse que tinha visto no banheiro uma mulher falando muito com o bebê ao trocá-lo. E ela achou esquisito, porque o bebê não a entenderia, e me perguntou: “ Eu deveria ter feito o mesmo quando meu filho era pequeno? Eu não sabia disso” . Esta relação tão íntima entre a mãe, ou quem faça o papel de cuidador, e o bebê não pode ser ensinada; ela é uma consequência do que já foi vivido pela própria mãe quando ela era um bebê.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A primeira dificuldade em estabelecer limites está na própria resistência dos pais.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Assim como a linguagem começa a se desenvolver no nascimento, o mesmo ocorre com a formação da sexualidade no ser humano. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           O bebê sente prazer e satisfação em tudo que está relacionado a boca:
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            sugar é muito prazeroso não só por saciar a fome, mas pelo contato com o seio materno, pelo calor, pela delicadeza do gesto. Tudo que o bebê leva à boca, além de prazeroso, é também uma forma dele conhecer o mundo. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Em Psicanálise, chamamos este período de fase oral.
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Nesta fase é importante saber lidar com o quanto eu posso oferecer ao bebê.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Ele precisa de afeto, calor, embalo, contato físico, carinho, mas também precisa de limites. O bebê precisa da oportunidade de explorar sua fase oral, mas na medida certa; nesta fase, tanto o excesso quanto a falta podem criar uma fixação quando este indivíduo for adulto (o adulto que sempre tem algo na boca, “fixado” na busca do prazer oral). Eu vejo mulheres que deixam o bebê sugar o seio como se fosse chupeta o dia todo. Elas não conseguem fazer suas tarefas porque tem que ficar com o pequeno grudado nela. Também já vi o contrário: mães que não permitem que alguém tire o bebê do berço, salvo para as mamadas, para não criar dependência ao colo. O caminho do meio requer ponderação. A primeira dificuldade em estabelecer limites está na própria resistência dos pais.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Por isso, estabelecer limites com amor é fundamental. Vejam que o bebê, quando nasce, é puro desejo. Caso ele não seja satisfeito nos seus desejos ele chora. Ele ainda não tem o “Eu” formado para avaliar a situação, nem tampouco uma censura interna que diga a ele o que deve ou não fazer (a censura interna é o que popularmente as pessoas chamam de “consciência interna”, embora esta definição não seja adequada). 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           É principalmente pela atuação dos pais – que o repreendem ou o elogiam, que permitem ou não – que o bebê começa a formar uma censura.
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Há muitas possibilidades além da repreensão rude e da permissão total.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Se pensarmos nisto como algo ruim, que limita, que agride, é claro que não vamos querê-la, mas se pensarmos que sem limites cada um faz o que o deseja, sem medir consequências, sem pensar no sofrimento do outro e até o de si mesmo, vemos que é necessária. Então, que tipo de censura posso oferecer ao meu filho? Novamente vamos para o caminho do meio. No caso do bebê, a melhor censura é aquela que permite que ele experimente tanto o prazer como o desprazer, o ter e a falta. Ele precisa vivenciar a hora de mamar e a hora de não mamar; nesta hora (do “não ter”), ele pode viver o brincar, escutar a mamãe ou o papai cantar, ou até chorar um pouquinho; pode também mudar o foco do seu desejo (por exemplo, descobrir o pé, etc). Há muitas possibilidades além da repreensão rude e da permissão total.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      
           Vale também a pena refletir na censura que herdamos de nossos pais. Às vezes recebemos uma censura rígida demais, ou muito fraca; e queremos manter o mesmo padrão por qualquer motivo (por tradição, desconhecimento, etc), mesmo às custas de muito sofrimento. Às vezes recebemos uma censura rígida e queremos fazer o contrário com os filhos, permitindo tudo. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           O caminho do meio envolve a gente se conhecer para poder transmitir uma censura educadora, mesmo que seja a primeira vez que alguém da nossa família faça isto.
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Como ainda há pontos muito importantes a dizer sobre este período da criança, no próximo artigo falaremos um pouco mais sobre este assunto.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Paz e bem.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/05432388/dms3rep/multi/bebe+chorando.webp" length="59434" type="image/webp" />
      <pubDate>Sun, 15 Jul 2018 19:28:16 GMT</pubDate>
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      <g-custom:tags type="string">desenvolvimento humano,terapia,psicologia,emoções,psicanálise</g-custom:tags>
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        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Maturidade e vida adulta são sinônimos?</title>
      <link>https://www.saudephysis.com.br/maturidade-e-vida-adulta-sao-sinonimos</link>
      <description>Não basta crescer e tornar-se adulto para amadurecer; é preciso saber lidar com as emoções e sentimentos.</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Vamos refletir sobre o amadurecimento
           &#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/05432388/dms3rep/multi/pexels-photo-6759177.jpeg"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Proponho fazer um pequeno recorte deste tema tão amplo perguntando: quando atingimos a maturidade? Será que é quando nos tornarmos adultos? Como age uma pessoa imatura?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Para começar, vamos pensar se as emoções negativas estão comandando nossas vidas.
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
             Frequentemente nos irritamos por qualquer motivo? Culpabilizamos as pessoas por elas não nos fazerem felizes? Não conseguimos nos colocar no lugar do outro? Estamos sempre revivendo mágoas, ou sentindo-nos inadequados, inseguros? E por fim, ouvimos dos outros que estamos sendo "reclamões", inflexíveis, competitivos ou controladores?
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Bem, tudo isso é sinal de que não estamos tendo consciência de quem somos, e do quanto nossas dores internas respondem às situações da vida cotidiana, sobrepondo a razão. Uma pessoa imatura é incapaz de ponderar, de aceitar o que lhe é diferente; fica incomodada ao receber um “não” como resposta; ao ser contrariada, agride com atos ou palavras, e exige que os outros devam aceitá-la como ela é. Aliás, isto tudo não nos faz lembrar de uma criança birrenta?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Parece-nos, então, que para ser maduro não basta crescer e se tornar adulto
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            ; é preciso amadurecer as emoções da criança interna. Quanto mais identificados estivermos com nossa criança interior sofrida, maior nossa incapacidade de sermos adultos plenos. Quanto mais nos centramos em nós mesmos, mais intolerantes ficamos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Imaginemos então uma criança. Ela, ao nascer, é puro desejo. Para Freud, o bebê não é capaz de ter um objeto de amor exterior a ele. Mergulhado no que chama de “narcisismo primário", o recém-nascido tem somente a si como objeto de amor. Ele ainda não possui a noção do Eu, e é por meio das relações humanas que ele começa o caminho da construção de sua individualidade e a da capacidade de amar. Mas este caminho é longo… e neste processo podem ocorrer alguns percalços. Por exemplo, a não diferenciação entre a criança e os pais, ou excessos de afeto na história desta criança (ou a falta dele), podem dificultar em muito a formação da personalidade madura. A pessoa vive numa dependência emocional, exigindo que o outro o complete (o narcisismo do bebê se mantém no adulto), o que contribuirá para a constituição de uma personalidade egocêntrica.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Para amadurecer é preciso ganhar independência psíquica
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            ; em nosso processo de amadurecimento vamos olhar para nossos sintomas emocionais, a fim de compreender quem somos. No consultório, é muito comum ouvirmos as pessoas se queixando do quanto não são compreendidas, do quanto não são ouvidas, do quanto não recebem dos outros… e, ao despertar um sentimento de abandono, a pessoa rebela-se ou se deprime.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Enfim, proponho o exercício: todo dia meditar sobre o quanto eu espero dos outros, e o quanto eu deixo de olhar para mim mesmo (separado de pai, mãe, cônjuges, filhos, etc.). Por quanto tempo ainda eu vou bater os pezinhos? Quanto eu estou empenhado na minha reforma interior? Para Mahatma Gandhi, “ a única revolução possível é dentro de nós. ” Comecemos agora.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/05432388/dms3rep/multi/pexels-photo-6759177.jpeg" length="426838" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Sun, 15 Jul 2018 19:04:50 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.saudephysis.com.br/maturidade-e-vida-adulta-sao-sinonimos</guid>
      <g-custom:tags type="string">terapia,psicologia,emoções,psicanálise</g-custom:tags>
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        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Meu filho tem problemas emocionais. Terapia para os pais?</title>
      <link>https://www.saudephysis.com.br/meu-filho-tem-problemas-emocionais-terapia-para-os-pais</link>
      <description>Agressividade, isolamento, auto-destruição, timidez, imaturidade (birras, choros sem razão), falta de controle, rebeldia, falta de atenção, ansiedade, são sintomas emocionais de crianças que fazem  mães e pais  procurarem por ajuda terapêutica para os filhos. No entanto, por vezes estes  sintomas são reflexos de uma família que não está bem resolvida emocionalmente, e por vezes quem precisa de terapia são os pais.</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Entendendo quando as crianças precisam de terapia, e quando são os pais quem precisam.
           &#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/05432388/dms3rep/multi/sombras.webp"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Agressividade, isolamento, auto-destruição, timidez, imaturidade (birras, choros sem razão), falta de controle, rebeldia, falta de atenção, ansiedade… são tantos os sintomas emocionais que deixam mães e pais preocupados e pensando em procurar ajuda terapêutica!
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           É comum ouvirmos que isto pode ser explicado por ser um problema genético. Neste caso, haveria muito pouco a ser feito por essas crianças: tratar o corpo, utilizar drogas que tragam a criança para mais perto do “padrão normal” e procurar métodos que a auxiliem a mudar seu comportamento. Mas, pensando para além do orgânico, muitos destes sintomas podem ser um sinal de alerta de que algo não está bem – não somente com a criança, mas com a família. E aí está o nó da questão: por mais difícil que seja ver isto, às vezes não são os filhos os “problemáticos”; os próprios pais podem fazer parte deste problema. Em geral, quando a família identifica um membro como doente, os outros membros estão defendidos, e evitam entrar em contato com suas dificuldades emocionais.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Vamos aprofundar um pouco.
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           A família é responsável pela formação e estruturação psíquica da criança.
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            Mesmo antes de nascer, o filho já faz parte da fantasia dos pais: “o que vai ser quando crescer? Se for menina será trabalhadora como a mãe, vaidosa como a tia?” etc. A criança nasce mergulhada em um universo simbólico que já determina alguns caminhos. Ao crescer, a criança vai concretizando parte desses desejos. Mães que impõem seus desejos e vontades aos filhos, por exemplo, podem contribuir para a criação de sintomas neuróticos por não permitir que os filhos tenham os seus próprios desejos. E quanto mais rígida essa projeção, maior será a dificuldade da criança em criar seu próprio eu, realizar seus desejos, por não conseguir libertar-se dos desejos dos pais. Rebeldia ou extrema passividade podem ser alguns sintomas gerados neste quadro.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Quando falamos da dinâmica da família na formação de sintomas nas crianças, temos outros pontos a observar, por exemplo, a pressão sofrida pela longa jornada de trabalho. Muitas vezes há uma inversão no padrão comum das gerações anteriores: os pais estão assumindo mais a casa e as tarefas domésticas, e as mães ficando muito tempo fora, no trabalho. Isto pode gerar de um lado sentimento de culpa nas mães (que se busca compensar com excesso de mimos, presentes e dificuldades para estabelecer limites), de outro as dificuldades do homem que não viveu essa experiência na sua própria infância com seu pai. E a criança, quando não consegue entender muito bem essa dinâmica, pode perder tranquilidade emocional por não saber o que esperar dos pais no tocante ao seu papel no ambiente doméstico: vê o pai exercendo papel de filho, a mãe que exerce papel de amiga. Quando a criança não sente a função paterna ou materna sendo exercida, sintomas podem começar a aflorar. O sintoma da criança é parte integrante do sintoma da família.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           É muito comum na clínica vermos pais projetando inconscientemente nas crianças seus ideais, suas culpas, frustrações, realizações fracassadas. Também vemos bastante o desejo dos pais em manter o filho sempre dependente: quanto mais ele é “meu”, mais fica escondido o medo de perdê-lo para o mundo. Aqui, o filho acaba tendo a tarefa imposta de completar a metade dos pais, completar a falta que os problemas emocionais dos pais geram, 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://saudephysis.com.br/crian%C3%A7as-que-dormem-com-os-pais" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           preencher o vazio.
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           É preciso, portanto, tomar cuidado com os diagnósticos dados às crianças, pois manter o foco do tratamento apenas na criança pode impedir de ver a causa real dos sintomas. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Rotula-se a criança como “problema”, e os pais ficam de fora do tratamento, sendo impedidos de ver suas dores, seus conflitos, suas culpas, etc. Eles ficam de lado. O diagnóstico dado à criança nem sempre representa a realidade da família.
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            E é interessante notar que, quando atendemos apenas os pais, vemos os sintomas de seus filhos diminuírem. Com o atendimento aos pais, a família passa a ter novas significações de cada um de seus membros.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Cabe ao terapeuta acolher estes pais, ouvi-los e ajudá-los na compreensão do que está oculto, para que possam livrar-se de culpas, mágoas e frustrações.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/05432388/dms3rep/multi/sombras.webp" length="913720" type="image/webp" />
      <pubDate>Fri, 15 Jun 2018 19:41:03 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.saudephysis.com.br/meu-filho-tem-problemas-emocionais-terapia-para-os-pais</guid>
      <g-custom:tags type="string">desenvolvimento humano,terapia,psicologia,emoções,psicanálise</g-custom:tags>
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        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>É a “Baleia Azul” quem mata os jovens?</title>
      <link>https://www.saudephysis.com.br/e-a-baleia-azul-quem-mata-os-jovens</link>
      <description>Baleia Azul é o nome de um jogo cujo final seria o suicídio do jogador. Vamos refletir sobre o desenvolvimento emocional do adolescente, e sobre  as causas da depressão e do suicídio nessa fase da vida.</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Vamos falar sobre depressão e suicídio na adolescência
           &#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/05432388/dms3rep/multi/depressa-o.jpg"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Baleia Azul é um nome de um jogo
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            originado em uma rede social da Rússia. Isto aconteceu há tempos atrás, mas o mundo entrou em pânico porque recentemente a notícia se renovou – na Inglaterra, o suicídio de jovens foi associado ao jogo pela imprensa.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           O jogo traz uma sequência de 50 tarefas, sendo a última o próprio suicídio do jogador
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            . A imprensa noticiou que centenas de jovens teriam se matado por causa do jogo. Mas o fato é que não se pode associar nenhum caso ao jogo. Diversos canais de notícias na Europa levantaram informações a respeito do jogo, e talvez a informação mais relevante veio da Radio Free Europe, que se fez passar por adolescente querendo jogar este jogo. Eles conversaram com os moderadores do jogo, que teriam dito não ser possível desistir, mas depois disto não mantiveram mais contato. A equipe do referido órgão conseguiu entrar em contato com diversos adolescentes que entraram no jogo, a maioria por curiosidade, e o mesmo ocorreu com eles: após o contato inicial não houve mais contato com os moderadores. Podemos dizer, sem muita margem de erro, que este jogo é um boato.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Mas o que vale aqui não é se o jogo é verdade ou não.
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            A importância do tema consiste justamente no fato de que ele toca em um ponto muito doloroso para a nossa sociedade, o de que o suicídio de jovens está aumentando no mundo todo, e ninguém sabe o porquê. Isto acontece no Brasil também. O suicídio é a maior causa de morte entre jovens, competindo com os acidentes e causas externas/violentas.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O adolescente está em uma época da vida em que vive transformações e descobertas. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           A sexualidade, a liberdade para sair de casa, a participação em grupos ou turmas, a formação de opiniões sobre o que vê no mundo
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            , são exemplos da diversidade das experiências desta fase.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Uma educação rígida demais na infância (onde se exige demais da criança) pode trazer consequências na adolescência. Exemplos são o sentimento de menos valia, de incapacidade, de sentir que tudo que faz nunca está bom, ou também o sentimento de perfeição, de sentir que não consegue ser tão belo ou bom como o esperado, de não ser tão bom orador entre os seus, de não ser reconhecido como 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           “O Bom”
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            , não ser popular, etc… 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Isto gera uma grande angústia.
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            Por outro lado, uma educação permissiva demais (onde se permite tudo à criança) pode trazer, como consequência, a sensação de que o mundo nunca o satisfaz, pois ele não trabalhou a frustração quando criança.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Famílias que tem uma postura autoritária com o adolescente, não permitindo ideias diferentes, impondo vontades e não mantendo diálogos, tendem a aumentar a sensação de solidão. A solidão é um tema muito presente para o adolescente. Ele não compreende seu mundo interior, mas sente que a segurança emocional de antes (vinda da família) já não existe mais. A segurança vem agora dos amigos, ou de um líder, de alguém ou algo que lhe traga a verdade do mundo. A sensação de não ser compreendido, de não ser aceito, é constante nessa fase.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O adolescente precisa construir um novo olhar sobre o mundo, e para isso tende a negar a opinião vinda da família. Isto pode ser um motivo para aumentar os conflitos e o sentimento de angústia no ambiente doméstico.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A busca por um posicionamento no mundo é fundamental nesta fase. No período dos 14 aos 21 anos (o terceiro setênio da vida), o adolescente está construindo sua identidade (que aparecerá após os 21 anos, na fase adulta), e para isto parte em busca do que é verdadeiro. Estar inserido em uma turma, ou ter um líder, passa a ser fundamental. Entretanto, a verdade que este jovem procura pode ser qualificada pela angústia, pois nesse contexto, o que vale é a essência, e não os valores morais preconizados pela sociedade. Se alguns jovens passam a buscar a justiça social como verdade, e se inserem em grupos de movimentos sociais tais como partidos políticos, movimentos religiosos, trabalhos voluntários, etc, vemos a energia deles voltada para o outro. Mas se a angústia é grande, podemos ver um movimento de achar uma verdade que o livre da dor, como as drogas, o consumo desenfreado, a exaltação do corpo, etc. Neste caso, o líder pode ser um traficante, uma celebridade, ou qualquer tipo de jogo que prometa que ele fará parte de um grupo como ele: um jovem que sofre muito.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A busca por um posicionamento no mundo é fundamental nesta fase.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Voltando à baleia azul, quando um adolescente apresenta sinais de transtornos emocionais (por exemplo, depressão), ele está 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           mais propenso a pensar na ideia de suicídio
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            . E há um consenso de que, quanto maior a exposição a este assunto – especialmente se o suicídio é valorizado, visto como um desafio, ou romanceado, isto aumenta a possibilidade de alguém já predisposto passar a considerar mais fortemente o assunto. Os idealizadores (reais ou não) do jogo passam a ser vistos como líderes.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A melhor forma de prevenirmos isto é estar atentos ao 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           comportamento
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            deles. E fazemos isto olhando para eles, conversando, convivendo juntos e nos importando com as coisas deles. Quando um adolescente traz um assunto, e é tratado com violência ou desprezo (por exemplo, “Lá vem o aborrecente!”, ou “Ô fase chata da vida!”, ou “É importante o que você tem para me dizer? Se não for, não me diz, me deixa fazer o que estou fazendo!”, ou “Você não faz nada direito!”, e por aí vai…) , aos poucos ele para de falar. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Quando ele não se sente valorizado, ele deixa de mostrar o que tem feito
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            . Quando não perguntamos como foi o dia na escola, ou no trabalho, ele entende que não é importante. E quando ele se cala, e quando os pais acham que é melhor assim, quando não damos a oportunidade de ele participar e ser valorizado em um grupo, o perigo está muito perto. Ele pode acabar encontrando quem o valorize fora de casa, ou pode se sentir totalmente desvalorizado, se isto for muito forte e a depressão estiver se instalando, a ideia de suicídio pode ganhar força. Lá no quarto, sem ninguém em casa interessado nele, do seu smartphone (ou TV) acessa ao Netflix e vê a série “13 Reasons Why”, que descreve o suicídio da jovem Hannah, de 17 anos, como uma opção para resolver os problemas da vida que ela encontra no colégio. E, se alguém perguntar, diz que está vendo um seriado na TV…
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Perguntar é se importar. É cuidar. É amar. Não é cobrar. É conversar, e ouvir sem preconceitos.
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            Para uma criança pequena, determinamos as condutas, e para o adolescente, negociamos (e negociar é estabelecer um meio termo entre o meu e o seu, meio a meio, na medida do possível). Isso gasta tempo. E a escolha de como gerenciar o nosso tempo é nossa. Para prevenir este grande problema, não há um caminho único. Mas há uma formula simples para, ao menos, detectarmos precocemente que há algo errado acontecendo. Essa fórmula consiste em passar mais tempo com os nossos filhos. Usar o tempo conversando, perguntando, levando em festas, buscando, conhecendo os seus amigos (chamar os amigos em casa para comer ainda funciona!), cuidando, mostrando que ele é importante e perceber sinais de alerta… E, se encontrarmos, não ter medo de tocar em assuntos difíceis, pois o silêncio não ajuda muito nestes casos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      
           Este artigo não pretende esgotar o tema. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Mas fica o alerta: é importante compreender que um jovem com depressão é um sinal de que a família precisa de ajuda.
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            Todos sofrem, ou foram vítimas de alguma dor. Não tenha medo ou preconceito. Mostre que você se importa, se preciso, buscando ajuda especializada, mas principalmente estando ao seu lado.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/05432388/dms3rep/multi/depressa-o-2.webp" length="22122" type="image/webp" />
      <pubDate>Thu, 10 May 2018 19:52:34 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.saudephysis.com.br/e-a-baleia-azul-quem-mata-os-jovens</guid>
      <g-custom:tags type="string">adolescência,terapia,psicologia,emoções,psicanálise</g-custom:tags>
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        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>A Homeopatia pode ser usada em epidemias?</title>
      <link>https://www.saudephysis.com.br/a-homeopatia-pode-ser-usada-em-epidemias</link>
      <description>Breve histórico da utilização da Homeopatia nas epidemias ao longo da história, no Brasil e no mundo.</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Conheça um pouco da história da utilização da Homeopatia nas epidemias.
           &#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/05432388/dms3rep/multi/homeopathy-2-1920w.webp"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           A HOMEOPATIA
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            é um sistema de tratamento médico criado por Samuel Hahnemann em 1796, e desde então tem sido utilizada tanto no tratamento individual quanto nas epidemias. Hahnemann descreve, em seus escritos, o método para encontrar o único medicamento adequado para cada epidemia.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           No Brasil, a Homeopatia foi introduzida a partir de 1840, com o médico francês Benoit-Jules Mure. Há relativamente pouca coisa escrita sobre as intervenções homeopáticas nas epidemias, mas sabemos que desde o começo isso aconteceu também aqui. E a forma como é escolhido o medicamento mais adequado durante uma epidemia ou surto é semelhante ao modo como o médico homeopata escolhe um medicamento para um paciente: são analisados os sintomas de vários indivíduos durante a epidemia, compondo um quadro único de sintomas, e um medicamento é escolhido para esse quadro de forma completa. Assim, este medicamento pode ser dado para toda a comunidade, visando a prevenção daquela doença.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Foi assim que Hahnemann cuidou da 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           escarlatina
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            na Alemanha no séc. XVIII, da 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           púrpura miliar
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            em 1801, do 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           tifo
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            em Leipizig em 1813, e 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           cólera
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            em 1831, na Europa. Após Hahnemann, em 1854, a homeopatia foi eficiente em epidemia de 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           cólera
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            na Inglaterra. Nos EUA, entre 1862 e 1864, epidemia de 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           difteria
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            : a taxa de mortalidade foi muitíssimo menor nos pacientes homeopáticos. O mesmo ocorreu na 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           gripe espanhola
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            em 1918: mais de 62.000 casos tratados homeopaticamente, com uma taxa de mortalidade de apenas 0,7%.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Aqui no Brasil, os relatos mais antigos que temos são os das epidemias de 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           escarlatina
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            , no Rio de Janeiro (João Vicente Martins, 1849); 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           febre amarela
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            , na Bahia, que foi chamada pelo povo de “vômito negro” (1850 a 1852); 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           cólera
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            , a partir do Pará (1855), chegando ao Recife, e depois ao Rio de Janeiro; 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           febre amarela
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            também no Rio de Janeiro (1870, 1873, 1875 e 1877); 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           peste bubônica
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            no Rio de Janeiro (1900); 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           varíola
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            na Bahia (1918); e 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           tifo
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            na Bahia, em 1925. Em todas essas intervenções, os registros mostram o grande benefício da homeopatia à população, reduzindo as mortes e a intensidade das doenças.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Em 1974 temos 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           meningite
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            em Guaratinguetá/SP (Dr. David Castro e Dr. Galvão Nogueira): foram mais de 18 mil pessoas medicadas, e os resultados tiveram repercussão internacional. Essa ação foi repetida em 1998, em Blumenau/SC, (também 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           meningite
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
             ) em 65826 pessoas, e apenas 4 tiveram a doença.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      
           Mais recentemente, tivemos epidemia de 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           dengue
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            (doença que ainda hoje, em 2015, se apresenta como epidemia em diversas regiões do país). Entre 2007 e 2010 o 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           GEHSP
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            - Grupo de Estudos Homeopáticos de São Paulo Benoit Mure – do qual faço parte – trabalhou nas cidades de Penápolis/SP, Pereira Barreto/SP e Iporá/GO, em parceria com as prefeituras. Pudemos acompanhar de perto o enorme sofrimento das pessoas, e a homeopatia mostrou-se muito eficaz para aliviar esse sofrimento, tratando quem estava doente e prevenindo a doença de modo geral.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Esses são apenas alguns relatos, nos quais podemos perceber que a homeopatia é uma alternativa eficiente para combater as epidemias, além de ser de baixo custo. Seria bom se ela fosse utilizada cada vez mais, em benefício de todas as pessoas. Grande abraço, até a próxima!
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/05432388/dms3rep/multi/homeopathy-2-1920w.webp" length="39626" type="image/webp" />
      <pubDate>Thu, 26 Apr 2018 20:07:57 GMT</pubDate>
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      <g-custom:tags type="string">Homeopatia,SAÚDE INTEGRAL,Medicina Integrativa,doenças agudas,Epidemias,Saúde,imunidade</g-custom:tags>
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      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Homeopatia: a medicina da não-violência</title>
      <link>https://www.saudephysis.com.br/homeopatia-a-medicina-da-nao-violencia</link>
      <description>Resumo histórico de como surgiu a Homeopatia pelas mãos do médico alemão Samuel Hahnemann.</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Como surgiu a Homeopatia.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/05432388/dms3rep/multi/homeopathy1-1920w.webp"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Vamos começar com um pouco de história. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           A homeopatia surgiu em 1790 pelas mãos de Samuel Hahnemann
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            , médico alemão insatisfeito com a medicina praticada em sua época. Hahnemann foi um humanista, e não aceitava que o custo dos tratamentos médicos vigentes para o restabelecimento da saúde fosse, às vezes, a própria vida do paciente. A exemplo disto temos as sangrias, muito praticadas na época de Hahnemann, e que esvaíam as forças vitais dos doentes até sua morte; ou o excesso de drogas utilizadas (muitas vezes na mesma prescrição), arruinando a saúde ainda mais pelos seus efeitos tóxicos. Ao fim, os médicos diziam “fizemos de tudo, mas a doença era mais forte”.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Hahnemann nasceu em 1755 em uma família modesta. Sua educação foi feita inicialmente por seus pais, e depois em escolas públicas. Dominando 11 línguas, aos 20 anos dava aulas de idiomas para sobreviver e bancar seus estudos, até formar-se em medicina em 1779. Nos primeiros anos, Hahnemann fez muitas traduções para complementar seu orçamento, e rapidamente torna-se um médico muito requisitado, tanto pela sua inteligência incomum quanto pelos princípios também incomuns que usava na sua prática clínica: medicar e intervir o mínimo possível, orientar quanto aos hábitos de vida, de higiene, de alimentação, auxiliando a entender que posturas (inclusive emocionais) poderiam contribuir para o surgimento e/ou manutenção das doenças; enfim, respeitar o ser humano acima de tudo. Mesmo assim, percebeu que todas as medidas de orientação eram insuficientes para curar em profundidade as doenças e, cada vez menos disposto a utilizar os recursos da medicina de seu tempo, parou de clinicar, vivendo exclusivamente de traduções.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Em 1790, ao traduzir o livro “Materia Medica” de Cullen, estuda o medicamento Cinchona ( China officinalis ), utilizado para tratamento da malária. Então, ao contrário daquele autor, percebe que a doença (malária) era curada porque o medicamento usado ( China ) provocava no doente sintomas semelhantes aos da doença. Este princípio não era novo; Hipócrates já o tinha descrito na Grécia antiga, e denominado “Lei dos Semelhantes”: aquilo que provoca determinada condição tem o poder de curá-la. Hahnemann percebe que China curava malária porque tinha a capacidade de produzir sintomas semelhantes àquela doença.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           A partir daí, Hahnemann motiva-se para voltar a praticar Medicina, e direciona-se para o resgate deste princípio. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Começa suas pesquisas com um método que chama de “Experimentação no Homem São” 
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           , e que consistia em administrar a si mesmo as substâncias que desejava estudar, começando pela própria China, para observar quais sintomas elas eram capazes de produzir no ser humano saudável. Profundo conhecedor de química, descobriu uma forma para reduzir os efeitos colaterais das substâncias (a Diluição), e percebeu que isto potencializava a ação das substâncias sem produzir danos à sua saúde. Posteriormente, supervisiona grupos de experimentadores, entre os quais muitos que vieram a ser seus discípulos. Hahnemann foi tão minucioso e criterioso ao anotar suas observações que até hoje podemos repetir os mesmos experimentos, e chegar aos mesmos resultados.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Em 1796, Hahnemann publica seu primeiro livro a respeito desse novo sistema médico que viria a chamar depois de Homeopatia.
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            Este livro, chamado 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           “Ensaio sobre o Novo Princípio para Descobrir a Força Curativa das Drogas”
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            , foi onde Hahnemann descreveu seus primeiros achados, e onde publicou suas primeiras conclusões, tanto relativas às suas pesquisas com os medicamentos, quanto os resultados obtidos na prática clínica, utilizando os novos princípios no tratamento e cura das pessoas. Dois casos tornam-se importantes: um deles, um caso psiquiátrico curado com o novo princípio – talvez o primeiro descrito sobre o tratamento humanizado de um doente mental; além da cura, Hahnemann demonstra um profundo respeito pela pessoa adoecida, e mostra caminhos de não-violência para o cuidado destes pacientes. Outro, uma epidemia de escarlatina curada com sucesso, tanto de forma preventiva quanto curativa. Os dois primeiros relatos de caso curados com a ajuda da homeopatia foram, portanto, na psiquiatria e na saúde coletiva. Em 1810, com bastante experiência, publica enfim a primeira edição do “Organon”, onde explicita com clareza as bases da homeopatia. Ainda hoje este é um livro base para quem quiser se aprofundar no conhecimento deste sistema médico.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           A Homeopatia, desde o início, se ocupa da abordagem integral ao ser humano. O seu objetivo não são as doenças, mas as pessoas.
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Durante uma consulta (e mesmo depois dela), o médico homeopata olha para a “pessoa total” à sua frente, buscando compreender como esta pessoa adoeceu, e o que pode fazer para amenizar seus sofrimentos. E este é um trabalho feito em conjunto pelo médico e pelo paciente.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           No próximo texto vamos aprofundar este assunto. Por ora, ficamos com as palavras de Hahnemann: 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           que todos possamos nos tornar melhores o tanto quanto possível, e melhorarmos tudo que nos rodeia e que pudermos melhorar.
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            Até a próxima!
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;a href="/"&gt;&#xD;
    &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/05432388/dms3rep/multi/Hahnemann-1-1920w.webp" alt="Samuel Hahnemann sentado à mesa, escrevendo com uma pena e papel."/&gt;&#xD;
  &lt;/a&gt;&#xD;
  &lt;span&gt;&#xD;
  &lt;/span&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/05432388/dms3rep/multi/homeopathy1-1920w.webp" length="58292" type="image/webp" />
      <pubDate>Wed, 25 Apr 2018 22:29:46 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.saudephysis.com.br/homeopatia-a-medicina-da-nao-violencia</guid>
      <g-custom:tags type="string">Homeopatia,SAÚDE INTEGRAL,Medicina Integrativa,História,Hahnemann,História da medicina</g-custom:tags>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/05432388/dms3rep/multi/homeopathy1-1920w.webp">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/05432388/dms3rep/multi/homeopathy1-1920w.webp">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Dengue, Zika e Chikungunya: A Homeopatia pode ajudar</title>
      <link>https://www.saudephysis.com.br/dengue-zika-e-chikungunya-a-homeopatia-pode-ajudar</link>
      <description>O texto explica a diferença entre dengue, zika e chikungunya, e as possibilidades da Homeopatia no tratamento dessas doenças.</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Aplicação prática da Homeopatia em epidemias
           &#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/05432388/dms3rep/multi/zika-1920w.webp"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Assunto atual, essas doenças tem preocupado muito a população, e tem sido motivo de muitas polêmicas. Vamos ver o que são, quais as diferenças e como a Homeopatia pode ajudar neste caso.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O mosquito Aedes aegypti é o vetor transmissor da Dengue, Zika e Chikungunia (ele também transmite a febre amarela). Ele mede cerca de 1 cm, é preto com listras brancas pelo corpo e patas (veja foto). Tem hábitos diurnos e voa baixo, picando as pernas. Age mais no começo da manhã e no fim da tarde, e sua picada não dói nem coça na hora. O mosquito vive perto das casas, e põe seus ovos em águas relativamente limpas e paradas. Isto faz dos depósitos domiciliares o principal “berçário” de mosquitos, pois é onde as larvas crescem.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Dengue
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Trata-se de palavra espanhola que significa “trejeito” ou “contorção”, pois nos casos típicos o doente acusa dores mais ou menos intensas nas articulações ou músculos, que fazem o indivíduo contorcer-se. A moléstia é conhecida pelos ingleses com o nome de “Breakbone fever”, ou “febre quebra-osso” (Maffei, Os Fundamentos da Medicina).
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Há duas formas clínicas, uma mais branda (a dengue clássica) e outra mais grave (a dengue hemorrágica, ou Febre Hemorrágica da Dengue). Um contato anterior aumenta o risco da pessoa ter a forma mais grave numa segunda vez.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Dengue Clássica: Em cerca de 20% dos casos, os sintomas são leves (“gripais”). Os sintomas são febre de até 7 dias, com pelo menos duas das seguintes queixas:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Prostração, cansaço extremo;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Dor de cabeça/atrás dos olhos (típico desta doença);
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Dores nas articulações/músculos;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Rash (“vermelhão”) pelo corpo, coceiras;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Desconforto abdominal, náuseas, vômitos esporádicos, falta de apetite;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Hemorragias leves;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Aumento dos gânglios após o 3° dia de febre.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Sinais de Alarme: dor abdominal, vômitos, queda de pressão, aumento doloroso do fígado, sangramento de mucosas, hemorragias, sonolência/ agitação e irritabilidade, falta de ar, hipotermia (corpo gelado), alterações do exame de sangue (diminuição das plaquetas e aumento de hematócrito).
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Dengue Hemorrágica: todos os sintomas da dengue clássica, mais os seguintes (a partir do 3o dia de febre): Petéquias e equimoses (“vermelhão” e “roxos” pelo corpo); Sangramentos: nariz, gengivas, por vômitos, pelas fezes (sangue vivo ou fezes escuras como “borra de café”), pela urina, vaginais; Aumento doloroso do fígado; Dor abdominal intensa e contínua; Vômitos persistentes; Queda de pressão arterial; Redução da urina. A forma mais grave (Choque), é a piora da dengue hemorrágica, e tem alta mortalidade. O paciente fica agitado, boca e extremidades roxas, as plaquetas caem muito, e ocorre o “choque” (coração não consegue bombear o sangue).
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Chikungunya
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           É uma doença viral causada por um RNA vírus. Comum nas regiões subtropicais e tropicais da África, Oceano Índico, e no sul e sudeste asiáticos, seu nome significa “aquele que se dobra” na língua Swahili (Tanzânia), e é uma referência à postura dos pacientes que não conseguem endireitar o corpo por causa das dores nas articulações. A infecção assintomática é rara. O quadro clínico desta doença é muito semelhante ao da dengue clássica, mas mais intenso:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Febre alta e de início súbito;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Intensa dor nos músculos e nas articulações (especialmente punhos e tornozelos);
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Inchaços dolorosos das juntas ou perto delas (isto não ocorre na dengue);
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Pode haver dor de cabeça, sensibilidade à luz e vermelhidão pelo corpo (exantema /“rash”).
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Esta doença, diferentemente da dengue, só ocorre uma vez. Apesar de não ter a mortalidade da dengue hemorrágica, ela demora mais para aliviar as dores, e pode deixar como sequelas artrites crônicas.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Zika
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Provocada por um RNA vírus do gênero Flavivirus, que foi isolado pela primeira vez em 1947, no soro do macaco Rhesus na floresta Zika, de Uganda (África). A primeira vez que foi isolado em humanos foi em 1954, na Nigéria. Atualmente esta doença tem sido detectada em epidemias em várias partes do mundo, o que a torna emergente e de interesse mundial. Pode ser transmitida pelo mosquito Aedes aegypti , e também por transfusões, por via sexual ou no momento do parto para o bebê. A evolução é branda, e não existem relatos de casos que se tornam crônicos, complicações ou mortes por esta doença. A maioria dos casos é assintomática, e evolui bem.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O quadro clínico desta doença é:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Febre (3 a 7 dias);
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Olhos bem vermelhos (o que pode confundir com sarampo);
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Dor de cabeça;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Dores nas articulações/músculos, podendo haver inchaço nas articulações;
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Rash (“vermelhidão”) pelo corpo, com placas ou pontos que coçam muito (exantema maculo-papular);
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Diarréia, mal-estar.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Recentemente, tornou-se alarmante ao ser associada com a maior incidência de bebês com microcefalia no Brasil, mas esta associação é questionável, por não termos dados suficientes para essa conclusão (o próprio Ministério da Saúde não divulga dados adequados, o que torna o assunto polêmico).
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           O que é a microcefalia?
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A microcefalia é o nome técnico para “cabeça pequena”. São crianças que, ao nascer, apresentam o diâmetro da cabeça, ou perímetro cefálico, menor que 32 cm (definição válida no Brasil desde dezembro/2015). Identificar essas crianças é importante porque existem doenças, algumas graves, que precisam ser investigadas, como certas síndromes que provocam retardo mental. O que ocorre é que a maioria das crianças com suspeita de microcefalia terá uma vida normal, sem nenhuma sequela ou complicação; terá talvez a cabeça apenas um pouco menor quando comparada a outras crianças, talvez nem isso (vejam, o bebê com menos de 40 semanas que nasce de parto via cesariana pode ter o perímetro cefálico menor que 32 cm, mas não tem microcefalia – é apenas ainda pequeno).
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A microcefalia tem sido associada ao zika porque o vírus foi identificado no liquor (líquido que banha o cérebro) de crianças que nasceram com suspeita de microcefalia. Mas isto não significa que o vírus provoca a microcefalia, significa apenas que foi encontrado. Explicando melhor: se houver uma epidemia muito grande de zika (como houve em Pernambuco), esperamos encontrar muitas pessoas doentes, incluindo gestantes e bebês. Significa que a doença está por toda a parte. Vou dar um exemplo que vi acontecer, para explicar melhor esse assunto. Quando eu estava na faculdade de medicina, auxiliei na necrópsia do corpo de uma senhora idosa, de 90 anos, trabalhadora da roça, que falecera de causas aparentemente naturais. Encontramos um câncer de útero. Perguntamos à familia, que confirmou que ela não tinha nenhuma queixa que pudesse ser relacionada ao câncer encontrado. Portanto, ela morreu com o câncer, e não pelo câncer. O câncer apenas estava lá, mas não era a causa da morte. Isto acontece com mais frequência do que se imagina. O mesmo ocorre com o zika: encontrar o vírus não siginifca que ele causa a microcefalia, significa apenas que ele foi encontrado. E há outros pontos: um deles é que no Brasil a microcefalia não vinha sendo notificada de forma adequada, por isso esse aparente aumento dos casos. Entre outros.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Como a Homeopatia pode ajudar nestes casos?
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           A Homeopatia tem ajudado a combater as epidemias desde o seu surgimento. Podemos utilizar os medicamentos homeopáticos tanto no tratamento dos quadros agudos, quanto prevenindo as epidemias. Para tratar um quadro agudo (por exemplo, uma pessoa com dengue), o método utilizado pela homeopatia (que é o mesmo para tratar qualquer caso agudo) consiste em individualizar aquele caso, e prescrever o medicamento mais adequado para curar todos os sintomas apresentados por aquela pessoa.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Para agir como preventivo, a medicação é escolhida a partir do “Gênio Epidêmico” daquela epidemia ou surto. Isto é feito da seguinte forma: a escolha do medicamento depende do conjunto de sintomas apresentados por aquela população na ocasião de cada surto. Ou seja, o medicamento não é específico à doença a ser prevenida, mas sim ao conjunto de sintomas que a maioria dos doentes apresente durante determinado surto epidêmico. Assim, se houver duas epidemias de uma mesma doença na mesma população (em épocas diferentes), o medicamento utilizado pode não ser o mesmo. Foi 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://saudephysis.com.br/homeopatia-nas-epidemias-1" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           usando este método
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            que Hahnemann impediu a propagação da escarlatina na Alemanha no séc. XVIII com a utilização de Belladonna, e a púrpura miliar em 1801 com o medicamento Aconitum napellus.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A Homeopatia pode ser de grande ajuda para o tratamento dos doentes de dengue, zika e chikungunya nos quadros agudos destas doenças, acelerando a cura e impedindo que formas mais graves ou sequelas ocorram. Também pode ser usada como preventivo na epidemia. E finalmente, pode ser utilizada por qualquer pessoa para melhorar os mecanismos de defesa, restaurando a saúde.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Além do medicamento homeopático usado como preventivo e/ou curativo, outras medidas simples podem ajudar, como não deixar água acumulada; fechar bem os sacos de lixo; descartar adequadamente latas, garrafas, potes, etc. (não deixar no quintal ou jogadas em terrenos); não deixar exposto qualquer objeto que possa acumular água; guardar pneus sem uso em local seco e coberto; tampar bem poços, caixas d’água e outros depósitos (se não tiver tampa, usar tela fina); secar e limpar as lajes, e desentupir as calhas; e cuidado com plantas: deixe o vaso sempre seco, com areia ou pó de café nos pratos (cuidado especial com bromélias ou outras que acumulem água).
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           E, por fim: cuide bem da sua saúde. Hábitos de vida inadequados podem prejudicar nossos mecanismos de defesa e facilitar o surgimento de doenças. Sabemos que pessoas com doenças crônicas tem maior chance de desenvolver formas mais graves de quaisquer doenças, inclusive estas. Portanto, cuide-se. Preserve sua saúde se você não tem nenhuma doença crônica, e trate-se de forma adequada se você tem. Até breve!
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
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      <pubDate>Tue, 30 Jan 2018 22:39:38 GMT</pubDate>
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    <item>
      <title>Crianças que dormem com os pais: a quentinha e perigosa cama da mamãe</title>
      <link>https://www.saudephysis.com.br/criancas-que-dormem-com-os-pais-a-quentinha-e-perigosa-cama-da-mamae</link>
      <description>Este post diz respeito aos problemas que podem ocorrer por deixar as crianças dormirem na cama dos pais todo o tempo, como a não percepção dos papéis de cada um na dinâmica familiar.</description>
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Este post diz respeito aos problemas que podem ocorrer por deixar as crianças dormirem na cama dos pais todo o tempo.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/05432388/dms3rep/multi/pexels-photo-6249916.jpeg"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Émuito comum que os filhos pequenos apareçam no meio da noite à procura de um cantinho na cama da mamãe e do papai. Geralmente isto ocorre entre os 2 e 5 anos. Mas será que permitir que eles se aninhem entre os cobertores dos pais é uma atitude saudável? O que fazer quando isto acontece? 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           É errado uma criança dormir na cama dos pais?
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A criança pequena ainda não tem a sua individualidade amadurecida. Quando ela acorda no meio da madrugada, ela se sente sozinha, desamparada, e ficará tranquila quando estiver próxima dos pais.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Uma atitude interessante nesta situação seria acolher esta criança por alguns minutos com carinho e, posteriormente, levá-la de volta para a cama dela – mesmo que isto implique em fazer este trajeto várias vezes… e não vale levar a criança e dormir na cama dela! Caso necessário, melhor seria ficar alguns minutos em uma cadeira a seu lado.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A criança precisa vivenciar que seus pais estarão sempre dispostos a protegê-la, mas que cada um tem o seu espaço na constituição familiar.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           “Ah”, diriam alguns, “mas é tão bom dormir com meu filho, ele é tão indefeso, ele chora desesperadamente e eu acabo cedendo, é muito mais prático deixá-lo dormir comigo... que tipo de mãe (ou pai) eu seria se deixasse meu filho (ou filha) sozinho naquele quarto escuro, frio, solitário… e eu já fico tanto tempo longe dele, no trabalho...”. Estas são justificativas muito comuns ouvidas dos pais, e por detrás delas há justamente uma intenção de resolver suas próprias questões emocionais conflituosas. Mas isto já é um assunto para outras conversas.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Quando é permitido que os filhos permaneçam o tempo todo na cama de seus pais, contribui-se para que a criança venha a desenvolver inúmeros conflitos na sua vida adulta. Vejamos alguns deles:
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Quando o bebê nasce, ele não tem formada a sua individualidade; ele não formou ainda o seu Eu. Há uma indiferenciação entre o bebê e o mundo (ou seja, ele não sabe a diferença entre ele e o outro), e principalmente entre o bebê e aquele que exerce o papel de cuidador/cuidadora – na maioria da vezes a mãe (o bebê se percebe colado à mãe). Quando a mãe age de maneira superprotetora, não permitindo que este bebê comece lentamente a se afastar dela, ela pode dificultar a formação do Eu. Esta ligação simbiótica entre mãe e bebê pode contribuir para que a criança tenha dificuldades em se relacionar com o que – e quem – estiver fora desta relação, causando inseguranças, dependências, e até mesmo, em casos extremos, comportamentos com características autísticas. “Mas tudo isso só porque durmo com meu bebê na cama?”. É que, geralmente, uma mãe que não permite que seu bebê durma em seu próprio quarto também, sem se dar conta, acaba tendo atitudes simbióticas durante o dia. Dormir com o bebê, neste caso, é só um sintoma.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Além disso, durante a formação psíquica da criança, ela necessita receber na medida certa amor e limites.
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            Excesso de proteção vai gerar uma criança dependente e insegura, que sempre precisará de alguém que a complete. Ela poderá se tornar um adulto fixado a uma fase infantil onde recebeu excesso de aconchego.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           Ainda há outras questões:
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            a estruturação da personalidade e a orientação do desejo se forma na primeira infância. Uma das bases da psicanálise – o complexo de Édipo – está intimamente ligada a esta estruturação. Segundo Laplanche e Pontalis, o complexo de Édipo consiste em um “conjunto de desejos amorosos e hostis que a criança sente em relação aos pais (…), [e] apresenta-se como na história de Édipo-Rei: desejo da morte do rival que é a personagem do mesmo sexo e desejo sexual pela personagem do sexo oposto”. Assim a criança (entre 4/6 anos) pode inconscientemente desejar o desaparecimento do parental do mesmo sexo para poder ficar, de forma fantasiosa, com o parental do sexo oposto: o filho quando dorme na cama quentinha com a mamãe, concretiza um desejo fantasioso de ter a mãe e afastar o pai. Para que, neste caso, o menino possa se tornar um homem que venha a desejar e conquistar outras mulheres e não desejar mais a mãe, ou seja, superar este complexo, faz-se necessário que haja uma interdição desta fantasia pelo pai. É preciso ficar muito claro qual papel cada um ocupa na dinâmica da família.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Por fim... uma criança que dorme na cama dos pais regularmente acaba interferindo na intimidade do casal: ponto para a criança sedutora!
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Voltemos ao nosso título. A caminha da mamãe (ou do papai) pode ser muito agradável, 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;strong&gt;&#xD;
      
           mas se constitui em uma perigosa armadilha na formação do desejo sexual e da personalidade da criança. Ela deve ser levada a perceber que a caminha quentinha da mamãe... é para a mamãe.
          &#xD;
    &lt;/strong&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
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      <pubDate>Thu, 09 Nov 2017 23:06:16 GMT</pubDate>
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